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Luís Henriques

COLABORADOR

Luís Henriques

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Bolseiro de doutoramento
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Nota Biográfica:

Doutorando em Musicologia na Universidade de Évora, onde se licenciou em Musicologia, é Mestre em Ciências Musicais pela FCSH da Universidade NOVA de Lisboa. É colaborador do CESEM/UÉvora, MPMP e Atelier Acroarte, tendo sido bolseiro do projecto FCT “ORFEUS”. Fundou o Ensemble da Sé de Angra e Ensemble Eborensis, realizando concertos em Portugal e França tendo também gravado um CD. O seu trabalho tem-se centrado na polifonia vocal sacra portuguesa dos séculos XVI e XVII, sobretudo aquela associada à Sé de Évora, e a música nos Açores desde o povoamento ao início do século XX.

Publicações:

“O canto do ofício na Quaresma e Semana Santa no Mosteiro de S. Bento de Cástris: O manuscrito P-EVad Ms 29 e a sua organização”, em Antónia Fialho Conde e António Camões Gouveia (dirs.), Do Espírito do Lugar – Estética, Silêncio, Espaço, Luz. Évora: Publicações do Cidehus, 2016, 47-59.

“Polifonia na Sé de Angra: O Liber Missarum de Duarte Lobo”, Cadernos de Musicologia – Glosas 9 (Setembro 2013).

“Ensinar segundo o modelo do Motu Proprio de Pio X: A Schola Cantorum estabelecida na Sé de Angra do Heroísmo”, Revista Portuguesa de Educação 2 (Setembro 2012), 53-58.

 

PROJECTO DE PÓS-DOC/DOUTORAMENTO/MESTRADO
Título Doutoramento: "Polifonia portuguesa tardia: A problemática da continuidade na obra de Diogo Dias Melgaz e Pedro Vaz Rego"
Referência da Bolsa: FCT EAT/00693
Resumo:

A Sé de Évora foi um dos mais importantes centros de actividade musical em Portugal desde o início do século XVI até às primeiras décadas do século XIX. Nela estabeleceu-se uma prática polifónica no século XVI, que foi continuada no século XVII. Enquanto para a primeira metade deste século essa continuidade tem sido bastante estudada, várias lacunas surgem no respeitante à sua prática na segunda metade de seiscentos. Partindo da obra musical de dois compositores e mestres de capela na Sé de Évora – Diogo Dias Melgaz e Pedro Vaz Rego –, pretende esta tese contribuir para uma melhor compreensão não só da problemática da continuidade polifónica na obra musical destes dois compositores, que coexiste com um estilo já marcadamente barroco, mas também para a um melhor entendimento do papel e dimensão que a polifonia continuou a ter na actividade musical da Sé na segunda metade do século XVII.

Grupo de Investigação:

Estudos de Música Antiga

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