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Rui Faustino

MEMBRO INTEGRADO

Rui Faustino

Trabalhador independente/Músico
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Nota Biográfica:

Rui Faustino (*1975), natural de Portimão, Portugal. Em 1994 é admitido na Escola Profissional de Música de Espinho, na classe de percussão do professor Miguel Bernat. Nesta academia visita seminários com o Percussion Group Cincinnatti, Kroumata Percussion Ensemble e Fritz Hauser. A partir de 1997 frequenta o Hot Club de Portugal, onde estuda jazz com João Moreira, Bernardo Moreira e bateria com Aldo Caviglia. Visita seminários com Gregory Tardy, Chris Cheek, Billy Hart. Em 2002 é admitido na Universität der Künste em Berlim onde estuda com David Friedman e Jerry Granelli, seminários com Joey Baron, Jamey Haddad, Matt Garrison. Em 2016 em admitido no mestrado em Artes Musicais da Universidade Nova de Lisboa, sob direcção da professora Isabel Pires. Particularmente activo no jazz e música improvisada, dirigiu o seu quarteto FREN com Silke Eberhard, Nikolaus Neuser e Jan Roder. Gravou o CD 50 para a Jacc Records que lhe valeu boas críticas nacionais e internacionais e uma menção entre os melhores discos do ano pela revista All About Jazz. Outros músicos com quem trabalhou foram i.e., Axel Dörner, Antonio Borghini, J.P. Esteves da Silva, Carlos “Bechegas”, Nuno Ferreira, Mathias Bauer, Tobias, Delius, Kazuhisa Uchihashi, entre outros. Fez música para cinema, teatro e dança. Digressões em Portugal e na Europa.

Pós-Doutoramento/Doutoramento/Mestrado
Título Mestrado: Música Para Bateria Solo: Um Estudo do Uso da Bateria na Música Erudita
Orientação:

Isabel Pires

Resumo:

O projecto artístico pretende, salientar as potencialidades da bateria e a validade da sua contribuição para a música erudita através do desenvolvimento e estudo de um conjunto de peças escritas por mim ou para mim. Desde os anos ’90 que se tem assistido a um interesse crescente por parte de instrumentistas e compositores em desenvolver um repertório para a bateria. A bateria é um instrumento com uma história que compreende sensivelmente um século de existência. Nascida no seio da música popular, é lá que comummente a encontramos. No decorrer de todo o século XX podemos observar o desenvolvimento galopante das técnicas, dos idiomas e da indústria deste instrumento que adquiriu uma popularidade notável, sendo actualmente um instrumento de relevo internacional. Quanto maior o virtuosismo e popularidade da prática deste instrumento, mais demarcada é a separação entre essa música, de carácter popular, e a música artística de expressão europeia.

Grupo de Investigação:

Música Contemporânea