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Cláudio Miguel Andrade Fonseca de Pina

COLABORADOR

Cláudio Miguel Andrade Fonseca de Pina

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Nota Biográfica:

Cláudio de Pina. Compositor de música contemporânea. Organista em órgão de tubos e órgão de jazz Hammond. Concluiu o Mestrado em Artes Musicais em 2018 pela Universidade Nova de Lisboa – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas com a tese “Música instrumental para órgão de tubos e electroacústica” sob orientação de Isabel Pires. Frequenta o Doutoramento em Artes Musicais, variante prática instrumental, pela Universidade Nova de Lisboa e Escola Superior de Música de Lisboa desde 2018. É Investigador colaborador no Grupo de Investigação de Música Contemporânea do Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical na Universidade Nova de Lisboa. Organista titular residente na Igreja Paroquial da Nossa Senhora da Ajuda e  Professor de Formação Musical, História da Música, Acústica, Educação Vocal, Piano e Órgão. Actua nas áreas de Ciências Sociais e Humanidades com ênfase em Artes, nomeadamente Música Electroacústica. No seu currículo os termos mais frequentes na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-cultural são: Órgão de Tubos; Electroacústica; Espacialização; Reverberação; Composição; Técnicas Estendidas; Gravação; Convolução; Granulação e Ligeti. Estudou composição com Hans Tutschku, Jaime Reis, Åke Parmerud, Adrian Moore, Eurico Carrapatoso e César Viana. Seu trabalho já foi apresentado em Milão, Barcelona, Buenos Aires, México, Kiev, Torres Vedras, Viseu, Aveiro e Lisboa.

Pós-Doutoramento/Doutoramento/Mestrado
Título Mestrado: Música Instrumental para Órgão de Tubos e Electroacústica
Orientação:

Isabel Pires

Resumo:

Composição de obra instrumental para órgão de tubos e Electroacústica. Métodos composicionais e técnicas estendidas aplicadas ao órgão de tubos histórico. Análise espectral de registos do órgão e perfil acústico da Igreja. Posterior análise desses dados, para transformação em objecto sonoro e composição instrumental. Escrita de notação e partitura gráfica. Sobreposição de espaços reverberantes. Aplicação de técnicas estendidas já existentes assim como exploração das potencialidades do instrumento. Não existindo bibliografia sobre a difusão electroacústica em espaços altamente reverberantes, será a metodologia usada como uma hipótese para a prática deste estilo neste tipo de espaços.

Grupo de Investigação:

Música Contemporânea