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Beatriz Silva

COLABORADOR

Beatriz Silva

Mestranda
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Nota Biográfica:

Beatriz Silva é mestre em Estudos Interculturais Português-Chinês e licenciada em Línguas e Culturas Orientais, ambos pela Universidade do Minho, coordenados pela Professora Doutora Sun Lam. Durante a licenciatura, obteve o segundo e o primeiro prémios no concurso Chinese Bridge, promovido pelo Confucius Institute Headquarters – Hanban, em Braga (2014) e Lisboa (2015), respetivamente, tendo, com este último, representado Portugal na mesma competição realizada a nível internacional em Changsha (China, 2015).
Desde 2019 que frequenta o doutoramento em Estudos Artísticos – Arte e Mediações, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, investigando o papel da música e ópera revolucionárias na China Maoísta. Em 2020, publicou o seu primeiro artigo na revista Diacrítica, intitulado Música e Poder em Confúcio e Mao Zedong.
Profissionalmente, desde 2018, realiza trabalhos na área da tradução Chinês-Português. Paralelamente, colabora a título voluntário com a associação SPEAK, lecionando mandarim (nível básico) e cultura chinesa.
Na sua juventude, frequentou aulas de canto com as professoras Inês Villadelprat, Joana Pereira e Sílvia Pinto, tendo, posteriormente, obtido os primeiros prémios nos seguintes concursos: Concurso de Canções Chinesas para Estudantes Internacionais, promovido pela Universidade de Nankai em Tianjin (2016); Concurso de Canções Chinesas interpretadas por Não-Nativos, promovido pelo Centro Científico e Cultural de Macau em Lisboa (2018); e o Projeto Artístico – Festival da Canção, organizado pela Câmara Municipal de Barcelos na mesma cidade (2019).

Publicações:
Silva, S. B. (2020). Música e poder em Confúcio e Mao Zedong. Diacrítica, 34(3), 196-206.
Orientação:
Resumo:
A produção musical da China de meados do séc. XX, essencialmente composta por música cantada, desempenhou um importante papel na transmissão dos valores advogados por Mao Zedong e o Partido Comunista Chinês (PCC), pondo em prática o ideal maoísta de arte ao serviço da política. Embora apresentado de forma simples, em linguagem vernacular, o seu conteúdo encontra-se carregado de metáforas e representações simbólicas dos objetos, entidades e ideias que se pretendia disseminar, cuidadosamente pensadas por forma a assegurar uma interpretação ‘correta’ e, consequentemente, uma assimilação mais eficaz da mensagem propagandeada. Tendo esta premissa como ponto de partida, a presente investigação pretende explorar quais os objetos e símbolos usados na música e ópera revolucionárias para a representação de determinadas entidades, ideias e conceitos a disseminar pelo governo maoísta e o PCC, bem como a forma como esta simbologia afetou a perceção por parte das massas das entidades/ideias representadas. Pretende-se, ainda, analisar o modo como os meios de propaganda, incluindo a educação musical formal, promoveram o envolvimento das populações na aprendizagem das canções revolucionárias e, consequentemente, a assimilação das ideias transmitidas.
Grupo de Investigação:

Música no Período Moderno

Linhas e Núcleos de Investigação:

Iconografia Musical